segunda-feira, 19 de junho de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Comércio deve encerrar 2016 em seu pior momento histórico
Segmento de vestuário teve queda de 5,8% nas vendas em julho
Apesar da queda menos intensa nas vendas do comércio nos três meses encerrados em julho (-1,0%), o cenário ainda não é animador para o varejo, que deve amargar seu pior resultado histórico. A avaliação da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi feita após a divulgação dos dados de julho da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada em 13 de setembro pelo IBGE.
“Mesmo diante de expectativas menos desfavoráveis, dificilmente o varejo deixará de registrar seus piores resultados históricos. Para igualar 2015 – o pior ano do varejo até então –, as quedas nas vendas ante o mesmo período do ano passado não poderão ser maiores do que -0,9% e -7,5%, respectivamente”, afirmou o economista da CNC Fabio Bentes.
A percepção de que a crise vem lentamente perdendo força a reboque da suave desaceleração da inflação e da retomada gradual da confiança de consumidores e de empresários levou a CNC a revisar suas expectativas de queda do varejo restrito de -5,4% para -5,2% e do varejo ampliado de -9,8% para -9,4% ao final de 2016. Veja mais
Fonte: Confederação Nacional do Comércio
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
sexta-feira, 17 de junho de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Audiência Pública sobre o impacto do aumento de imposto proposto pelo Governo na Economia do RN.
Aconteceu ontem a Audiência Pública sobre o impacto do aumento de imposto proposto pelo Governo na Economia do RN.
A Assembleia Legislativa realizou, na tarde e noite desta segunda-feira (5), uma discussão sobre o impacto do aumento de impostos proposto pelo Governo do Estado. A audiência pública foi realizada por proposição do deputado Kelps Lima (SDD) e reuniu parlamentares, representantes do Governo, empresários e a população, que debateram alternativas para amenizar os problemas financeiros do Rio Grande do Norte. Para os presentes, é preciso que ocorram debates constantes acerca do tema, e não somente nos momentos em que a crise se agrava.
O foco principal da audiência foi a necessidade de se melhorar os gastos públicos e viabilizar ações que devolvam ao estado o poder de investimento e que possa honrar os compromissos sem a necessidade de saques ao Fundo Previdenciário. Para o deputado Kelps Lima, o Governo deveria melhorar o direcionamento das verbas e aproveitar o momento para fazer uma transformação administrativa no estado.
"O Governo faz proselitismo político com a verba publicitária, quando o dinheiro poderia ser investido em campanhas de divulgação turística, incentivo de vendas e outras coisas mais urgentes. Esse é só um exemplo. A janela para se fazer a transformação administrativa ainda está aberta e tem que se aproveitar o momento, antes que se instale o caos e não haja outra alternativa", disse Kelps Lima.
Também presente ao encontro, o secretário de Tributação do Estado, André Horta, falou sobre as dificuldades financeiras pelas quais passam os estados brasileiros e disse que, apesar de considerar a proposta de reordenamento fiscal urgente, respeita o posicionamento da Assebleia Legislativa em buscar o aprofundamento da matéria antes da votação em plenário.
"Sabemos que a discussão é salutar e o Legislativo é sábio quando a propõe e amplia. Como representante do Governo, sempre estarei à disposição para o debate e tirar dúvidas que porventura existam", explicou André Horta.
Os representantes dos empresários admitiram que o momento é delicado e entenderam que são necessárias medidas drásticas. George Ramalho, presidente do Sindicato Sicovarn Patronal, ressaltou que estas medidas devem ser bem analisadas para não onerar ainda mais os empresários que já tem uma carga tributária altíssima. Porém, sem entrar no mérito sobre os projetos em si, o presidente da CDL Natal, Augusto Vaz, disse que os empresários precisam saber, além do conteúdo e justificativas para a proposta, das contrapartidas por parte do Governo para que o Estado não necessite de novos ajustes em um futuro próximo.
"As entidades entendem a situação do Governo e sabem que é necessário, muitas vezes, tomar medidas extremas, mas precisamos enxergar contrapartidas. E essas contrapartidas ficaram de ser debatidas. Se for necessário fazer o ajuste, que sejam feitas com essas contrapartidas e se enxergue um estado sadio amanhã", disse Vaz.
Também presentes ao encontro, os deputados Márcia Maia (PSB), Fernando Mineiro (PT), George Soares (PR) e Ricardo Motta (PROS) participaram da discussão. Para os parlamentares, é preciso que a discussão sobre o tema seja ampla e transparente.
"Essa situação poderia ter sido evitada, mas não foi. É preciso que o Governo faça o dever de casa, que ainda não fez", disse Márcia. "É fundamental se discutir continuamente as questões tributárias, antes que sejam necessárias medidas extremas", disse Mineiro. "Com certeza, esse será o tema central deste Poder até a votação do orçamento do próximo ano", finalizou George Soares.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
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